#cozinha italiana

Panettone

Posted by on maio 13, 2012 in doces, lanche
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Esse panettone é bem fácil de fazer. Faço com uma máquina de pão, mas o  método é o mesmo se for fazer a mão. Tome cuidado de não fazê-lo muito grande (a receita abaixo é para um panettone de 600g), porque ele cresce muito mais que um pão normal, na minha máquina ele chega quase até a tampa.

  • 3 ovos
  • 1 colher de chá de essência de baunilha
  • 1 colher de chá de essência de panetone
  • 3 colheres de sopa de manteiga
  • 3 colheres de sopa de óleo
  • 3 copos de farinha de trigo
  • 2 colheres de chá de sal
  • 4 colheres de sopa de açúcar
  • 2 colheres de sopa de leite em pó
  • 1 saquinho de fermento seco biológico
  • ½ copo de frutas cristalizadas  
  • ½ copo de uvas passas 

Também é possível acrescentar um ingrediente chamado “preparo para panettone”, uma massa composta de vários adjuvantes e melhoradores, disponível na Central do Sabor (acrescentar 2 a 3 colheres de sopa), mas não achei que fazia diferença muito significativa…

Coloque os 3 ovos no copo da máquina e complete com água, e adicione os demais ingredientes, exceto as frutas cristalizadas e as uvas passas na máquina, e escolhe o programa “pão doce” (ou o que tiver de similar). Esses programas geralmente misturam e sovam a massa, depois deixam ela descansar por uns 30 minutos, depois apitam para avisa-lo que é o momento de acrescentar recheios eventuais, e continuam sovando. Quando apitar (ou, se a sua não apita, mais ou menos 30 minutos após o início do programa), acrescente as frutas cristalizadas e as uvas passas. Depois disso, é só esperar o fim do programa.

Se for fazer a mão, siga o mesmo procedimento: Misture todos os ingredientes exceto as uvas passas e as frutas cristalizadas, sove, deixe crescer em uma vasilha coberta durante 30 minutos, acrescente as uvas passas e as frutas cristalizadas, sove novamente, deixe crescer por mais uma hora já na forma de assar, aqueça o forno na temperatura máxima durante 15 minutos, baixe a temperatura para 250°C e asse o panettone durante mais ou menos 40 minutos.

Risotto alla cacciatora

Posted by on mar 17, 2010 in acompanhamento, peixes
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Este risotto tem várias receitas, mas os ingredientes de base são simples: lascas de carne, pancetta, cogumelos e vinho tinto. Se você tiver carne sobrando de algum churrasco, melhor ainda. Para 4 pessoas:

  • 600g de carne bovina (coxão mole, alcatra, ou outra)
  • 150g de pancetta (ou bacon em fatias)
  • 1 cebola
  • 200g de cogumelos frescos (champignons, shimeiji, o que preferir)
  • 1 copo de vinho tinto seco
  • 3 copos de arroz arborio (arroz para risotto)
  • Sal e pimenta do reino

Começa a fritar a pancetta em uma panela. Quando soltar óleo, acrescente a cebola cortada bem fino. Quando tudo ficar dourado, acrescente a carne cortada em tiras finas. Quando ela também tiver dourado, acrescente os cogumelos e o vinho tinto. Coloque uma pitada de sal e de pimenta do reino a gosto.
Deixe cozinhar por alguns minutos, e acrescente o arroz. A partir de agora, não deixe muito tempo sem mexer, pois o arroz arborio gruda muito rapidamente na panela se não for mexido. Vá cozinhando e acrescentando água aos poucos, assim que começar a secar, sempre mexendo. É necessário colocar água aos poucos para conseguir chegar ao ponto perfeito, sem arriscar colocar água demais. Vá provando o arroz; quando começar a ficar cozido, mas com o centro do grão ainda firme, significa que estamos quase no ponto certo, e que podemos parar de acrescentar água.
O ideal é quando o grão cozinhou bastante para formar uma cola bem grudenta , mas ainda ficou muito “al dente”. Assim é que se come um verdadeiro risotto italiano…

Macarrão com molho de manjericão e tomate

Posted by on nov 23, 2009 in prato principal, vegetariano
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Bom, essa receita é tão fácil que quase dá para resumir só no título. Mas, não se enganem: não é porque é tão fácil que não é bom. É simplesmente deliciosa!

Vamos aos ingredientes (para 02 pessoas):
  • 400g de tomate pelado (01 lata ou pode pelar os tomates em casa, mas aí não fica tão fácil, né)
  • 01 maço de manjericão pequeno de folha larga (os que vendem na feira eu considero pequenos)
  • 01 colher de sopa de azeite de oliva
  • 250 gramas de macarrão
  • queijo ralado de boa qualidade
  • sal a gosto
Bom, agora a parte fácil. Coloque os tomates em uma panela e deixe cozinhar um pouco em fogo baixo, esprema os tomates que ficaram inteiros para desmanchar, não precisa desmanchar tudo. Acrescente o azeite de oliva (para fixar melhoro molho) e o sal.
Lave o majericão em água corrente sem esfregar muito as folhas para não tirar o gosto. Colque no molho e deixe ferver. Uns 5 min bastam.
Cozinhe o macarrão conforme as instruções da embalagem. Escorra e coloque o molho em cima.
(Aqui é como eu faço para cozinhar massa com pouca água. Coloco um pouquinho de azeite de oliva e quando amolece e mexo delicadamente para separar os fios.)

Povilhe com queijo parmesão ralado (ou outro de sua preferência). Mas atenção, os ingredientes precisam ser de boa qualidade para ter o efeito desejado.

Massa Barilla é boa até pura! hehehe…
Tem muitas marcas de tomate pelado no mercado. Eu gosto dessa porquê tem 0% de sódio.

Para finalizar, um queijo bom… e Bom apetite!

Pesto de castanha de caju

Posted by on nov 9, 2009 in prato principal, vegetariano
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Olá, aqui vai mais uma receita facílima e deliciosa. O molho ao pesto é originário da Itália e a sua versão original é feita com pinoli, um tipo de mini pinhão bastante comum na costa do Mediterrâneo.

Quem já tentou comprar já percebeu que aqui não é fácil de achar e custa os olhos da cara. Assim propomos uma versão abrasileirada e mais em conta, mas não menos saborosa.


Ingredientes para 04 pessoas:

  • 1 maço de manjericão fresco (de folhas largas)
  • 150g de castanha de caju – pode ser picada
  • 3/4 xícara de azeite de oliva
  • 500g de macarrão – nesse caso usamos spaghettoni n7 da Barilla
  • sal
  • queijo parmesão ralado de boa qualidade
  • 04 filés ou chuletas de carne bovina (opcional)
Lave o manjericão em água corrente sem esfregar muito. Coloque as folhas de manjericão, o azeite e a castanha no liquidificador e bata usando a função “pulsar”. Acrescente sal a gosto. Na versão original genovesa os ingredientes são socados no “pesto”, um tipo de pilão. Pestare quer dizer “esmagar” em italiano, daí o nome do molho. Mas como não temos o pesto, vamos de liquidificador mesmo. Um processador de alimentos também resolve.
Se você comprar castanhas picadas (que são mais baratas), pode usá-las do jeito que estão se preferir, batendo só o majnericão com o azeite e acrescentando-as depois. Eu prefiro tudo bem batidinho e cremoso. Mas isso vai de cada um, não é mesmo?
Cozinhe o macarrão conforme a embalagem, escorra, misture bem com o molho e sirva polvilhado com queijo parmesão. A qualidade do queijo neste caso importa muito. Faz parte do sabor final do prato. Esse molho pode ser feito com qualquer tipo de massa; também dá para comer com pão, etc.
Carnes combinam muito bem com pesto. Assim se você quiser pode acompanhar o prato de bifes ou chuletas fritas no azeite de oliva e temperadas com sal, fica uma delícia.

Macarrão com frutos do mar

Posted by on set 12, 2009 in peixes, prato principal
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Essa é uma receita muito simples de fazer. Rápida e muito saborosa.

A primeira vez que eu comi foi feita por um amigo italiano, que vinha da Toscana, mas eu não sei a origem exata do prato. A receita abaixo é a minha versão, já que nunca perguntei para ele como fazia. Mas é bastante igual.
Para 02 pessoas:

  • 250g de macarrão bem fininho (eu uso o cappelinni n01, da Barilla)
  • 300g de frutos do mar (camarão, lula, mexilhão, polvo)
  • 400g de tomate pelado (em lata ou feito à mão mesmo)
  • 01 cebola média
  • 01 dente de alho
  • azeite de oliva
  • endro (dill)
  • sal
  • queijo parmesão ralado

Comece fritando a cebola e o alho fatiados finos ou picados em um pouco de azeite de oliva, até dourar. Quando estiverem bem dourados, acrescente o tomate pelado. Tampe a panela e deixe cozinhar um pouco, até que os tomates comecem a se desmanchar. Se for preciso, acrescente água (não muito). Salgue a gosto e coloque um pouco de endro.
Coloque os frutos do mar no molho e deixe até que fiquem cozidos. Se for usar ainda congelados cuidado para deixar o molho secar um pouco, pois a água do gelo deixa o molho muito ralo.
Cozinhe a massa conforme as instruções da embalagem. Escorra. Coloque o molho em cima e sirva acompanhado com queijo ralado.

* Existe um kit para paella com 300g de frutos do mar. É ótimo para usar neste caso, apenas dispense o temepero.


* Eu acho uma massa fininha importante, pois o molho não é espesso e se mistura melhor com a consistência fina do macarrão. (Vem mais molho cada vez… hehe)
Bom apetite!!

Nosso espaguete à Carbonara

Posted by on jul 22, 2009 in carnes, prato principal
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No caso era um linguine (bavette da barilla). Tem muuito caldo, logo embaixo! 😀
  • 300g de bacon bem carnudo
  • 4 ou 5 cebolas médias
  • 300g – 400g de creme de leite (nata)
  • 6 a 8 gemas
  • leite q.b.
  • sal
  • pimenta
  • parmesão ralado
  • 1 pacote e meio de espaguete (ou outra pasta)

Essa é uma das nossas favoritas, e nossa receita é para 5 ou 6 gulosos.
São duas preparações, um “sofrito” e um creme:
primeiro, frite o bacon picado, (junte um pouco de azeite, se for necessário) até soltar bem a gordura. Acrescente a cebola picada finamente, em meia lua, e vá mexendo de vez em quando até quase caramelizá-la. Tempere com pimenta do reino moída na hora.
À parte, prepare o creme: misture as gemas e o creme de leite, e acrescente leite à vontade, até chegar na espessura que te apraz. Aqui, na nossa confraria, varia conforme o dia: às vezes, preferimos mais espesso, quase sem leite, e outras, com bastante leite pra ter “muito caldo”! Tempere com um pouco de sal e, se quiser, uma pitada de noz moscada.
Cozinhe o macarrão, escorra e misture os dois preparos. Sirva imediatamente. Com um vinhozinho, que ninguém é de ferro! 😉 E cada um acrescenta queijo a gosto no seu prato!

Dica:se o dia estiver frio, vale a pena aquecer os pratos antes, para que o espaguete não esfrie rápido demais, já que o creme estará na temperatura ambiente.

Tiramissú ou Tiramisú?

Posted by on jun 10, 2009 in sobremesa
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O Irineu falou – “o mundo precisa conhecer a receita do Tiramisú! Então, embora seja uma sobremesa beeeeem conhecida, apresento para o mundo de leitores deste blog, a minha versão da famosa iguaria italiana.
As quantidades que vou passar e adequam perfeitamente a uma forma de vidro oval grandinha da Marinex, ta?

  • 5 claras
  • 4 gemas
  • 500gm de queijo mascarpone
  • 5 colheres de açucar refinado
  • duas colheres -grandes- de Amareto (licor de amendoas italiano, eu usei Licor de Genipapo!)
  • Um pacote de bizcoitos de champagnha (eu fiz com os tradicionais e com os de chocolate, ambos ficam bons)
  • Um prato de sopa cheio de café soluvel forte (sou preguiçoa e resolvi não passar café e ninguém percebeu!)
  • Chocolate em pó sem açucar (é, aquele do frade! rs)

Numa tigela maior bater as gemas com o açúcar até ficar um creme branco, ou quase lá. Um pouco antes de chegar no ponto desejado, acrescentar uma colherzona de Amareto, ou licor de genipapo, ou pensando bem, licor de café combinaria também! Reservar.

Numa tigela igual, ou menor, bater as claras a ponto de neve beeem durinhas. (Tudo será miturado na das gemas por fim!)

E agora chegou a hora da verdade. Acrescentar o mascarpone às gemas e misturar, aos pocos (eu faço em tres vezes), as claras a ponto de neve para não perder o ponto.

Colocar um terço dessa preparação na forma. Logo, se mergulham rápidamente os bizcoitos no café, já misturado com a colherzona restante de licor, e se alinham encima do creme, na forma. Cobrir os bizcoitos com o restante da mistura e levar para a geladeira. Fica bom de um dia pro outro. Tem gente que coloca duas camadas de bizcoitos, goto mais de fazr com uma, apenas. Mais o menos uma hora antes de servir, espolvorear com o chocolate. Eu utilizo uma peneirinha para chá, bem fina para cobrir de forma homogênea e evitar de cair grumos.

Sabia que?
Segundo a Wikipedia, o Tiramisú foi, originariamente a sobremesa oferecida nos prostíbulos venecianos?
A primeira vez que experimentei esta sobremesa, em Milán, uma amiga me disse que o nome tinha algo a ver com dar um up! rsrs